quarta-feira, 2 de novembro de 2011

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E se te disser que não te quero, meu olhar vai me desmentir na tua frente. Porque eu falo antes de pensar. Eu falo até sem sequer pensar. Eu penso falando. E se estou com você, aí, não penso duas vezes. Não penso em nada. Não quero mais nada.

[...]



Mas, talvez, eu precise dos seus braços fortes. Das suas mãos quentes. Do seu colo pra eu me deitar. Do seu conselho quando meu lado menina não souber o que fazer do meu futuro. Eu não vou te pedir nada. Não vou te cobrar aquilo que você não pode me dar. Mas uma coisa, eu exijo. Quando estiver comigo, seja todo você. Corpo e alma. Às vezes, mais alma. Às vezes, mais corpo. Mas, por favor, não me apareça pela metade. Não me venha com falsas promessas. Eu não me iludo com presentes caros. Não, eu não estou à venda. Eu não quero saber onde você mora. Desde que você saiba o caminho da minha casa. Eu não quero saber quanto você ganha. Quero saber se ganha o dia quando está comigo.                                                     
                                                                                                                                                              (Brena Braz)

sábado, 29 de outubro de 2011

- Eu te amo! - Tá!


Embora você não esteja me escutando, eu estou, neste exato momento, gritando aos quatro cantos que eu te amo muito, que você é quem eu quero para dividir comigo a vida toda, estou gritando mesmo, mas só em pensamentos, enquanto você está aí parado, esperando uma resposta à altura para o “Eu te amo!” que você acabou de me dizer, mas não, eu não te respondo à altura, eu simplesmente digo “Tá!”, porque se eu fosse responder isso como eu gostaria, como a gente merece, como realmente é cabível ao nosso amor, eu iria ter que te manter aí ouvindo pra sempre a infindável declaração de amor que eu tenho para te fazer.

(K.M.E)

E como lateja...


Menos pela cicatriz deixada, uma ferida antiga mede-se mais exatamente pela dor que provocou, e para sempre perdeu-se no momento em que cessou de doer, embora lateje louca nos dias de chuva (Caio Fernando Abreu)

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
(Martha Medeiros)

domingo, 26 de junho de 2011

17



Bem, depois de meses de sumiço, aqui estou eu novamente...
E hoje, completando 17 anos de vida!






O homem chega inexperiente a cada idade da vida .
(Sébastien-Roch Chamfort)